Somos tudo o que outros querem que sejamos. Fios invisíveis que conduzem nossas vidas a um objetivo bem definido: esgotá-la para beneficiar outros. Não pensamos, não decidimos! A vida não é sua! Marionete do sistema, do capital, de bens inúteis, vaidades fúteis e por fim, terra na cara!Fim? Indefinido. Cuidado! Pode ser em algumas horas, amanhã, quem pode dizer?
É possível haver vida mais insana e supérflua? Entre todas as formas de existência, eis a nossa a mais parasita.
Arrogância, prepotência, dívidas? Afinal, a casa não é sua e sim do banco, muito menos o carro... o que tens... nenhuma inteligência, apenas...babaquice!
Um cargo? trabalho? Como se orgulhar em ser escravo do dinheiro? Porque este, todos o veneram e dele são seus escravos.
Inveja de ter, não de ser. Isso é obscuro. Ética, reconhecimento, amizade, amor, justiça... sentimentos inexistentes acima e sendo assassinados em baixo.
Acostuma-se! O mal que cativas e cultivas, tornará a ti mesmo. Mataram o bem e o bom.



